a preciosidade

Eu acho que o amor é algo precioso demais para ser condicionado a qualquer rótulo. Principalmente o de gênero. O amor vem da alma, vem de dentro do coração, e é aí que ele mora. Não depende do exterior, não depende do meio físico. É espiritual.

Gosto de pensar que sou livre. Não quero me prender a um rótulo, não quero ser obrigada a me definir. Não quero dizer se gosto de meninos ou meninas. Gosto de pessoas. Porque, por trás de todos esses rótulos que insistimos em colocar em tudo e em todos, estão as pessoas. E a alma das pessoas é o que provoca o amor dentro da gente.

Não vejo necessidade de tanta definição, de tanta busca por significado. Por que a gente não pode simplesmente viver? A gente muda, as pessoas mudam, as opiniões sempre vão mudar. Essa necessidade constante de buscar por um significado, por uma definição das coisas, das pessoas e da vida, isso me confunde.

Volto a dizer: o amor é precioso demais. Os rótulos? São supérfluos.

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